Professor Doutor do DCP-USP e Pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP). Possui graduação (2003), mestrado (2005) e doutorado (2009) em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP), e pós-doutorado pelo CEBRAP (2011). Foi pesquisador visitante da J. W. Goethe Universität Frankfurt am Main e da Freie Universität Berlin entre 2007 e 2009. É membro do Núcleo Direito e Democracia do CEBRAP, do Grupo Interuniversitário de Pesquisa Filosofia Crítica e Modernidade (FiCeM) e coordena o Grupo de Estudos de Política e Teoria Crítica da USP. Desenvolve pesquisas nas áreas de teoria política e teoria social. Além disso, possui trabalhos sobre filosofia e sociologia da música. É um dos coordenadores da Coleção Habermas pela Editora da UNESP. Dedica-se principalmente aos seguintes temas: teoria crítica, marxismo e teoria política, teorias da democracia, esfera pública e lutas por reconhecimento. Ingressou no DCP em 2013.

 

  PROGRAMAS DE CURSOS (GRADUAÇÃO E PÓS)

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Disciplinas na Pós-graduação:

Novos Modelos de Teoria Crítica: Política, Direito e Democracia

Feminismo e Teoria Crítica

Disciplinas na Graduação:

Teoria Crítica da Democracia e as Lutas por Reconhecimento

Teorias da Esfera Pública

  PUBLICAÇÕES

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Livros publicados/organizados ou edições

 

MELO, R. Marx e Habermas: Teoria crítica e os sentidos da emancipação. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2013. 385p.

 

MELO, R. A teoria crítica de Axel Honneth: Reconhecimento, liberdade e justiça. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2013. 340p.

 

MELO, R.; RAMOS, F. C. (Org.) ; FRATESCHI, Y. (Org.). Manual de Filosofia Política. São Paulo: Saraiva, 2012.

 

MELO, R. O uso público da razão: Pluralismo e democracia em Jürgen Habermas. São Paulo: Loyola, 2011. 216p.

 

MELO, R.; KEINERT, M. C. (Org.) ; LOPES, M. (Org.) ; NOBRE, M. (Org.) ; MATTOS, F. C. (Org.) ; PERES, D. T. (Org.) ; REPA, L. (Org.). Tensões e passagens: Filosofia crítica e modernidade. São Paulo: Esfera Pública, 2008. 290p.

 

WERLE, D. L. (Org.) ; MELO, R. (Org.). Democracia Deliberativa. 1. ed. São Paulo: Esfera Pública, 2007. v. 1500. 314p.

 

 

Artigos publicados em periódicos

 

MELO, R. Discursos práticos e esfera pública: Sobre as críticas de Thomas McCarthy a Jürgen Habermas. Revista Ideias, 7, n. 2, p. 81-98, 2016.

 

MELO, R. Marx, Habermas e os novos sentidos das lutas pela emancipação da dominação. Dois Pontos (UFPR), v. 13, n.1 p. 41-52, 2016.

 

MELO, R. O 'paradoxo' da democracia radical: Crise, protestos e perda de legitimação. Dois Pontos (UFPR), v. 13, n. 2, p. 71-82, 2016.

 

MELO, R. Repensando a esfera pública: esboço de uma teoria crítica da democracia. Lua Nova: Revista de Cultura e Política, v. 1, p. 11-39, 2015.

 

MELO, R. Sobre a relação entre teoria e práxis em Marx. Em Curso, v. 2, p. 112, 2015.

 

MELO, R. Public Sphere and Transnational Democracy: A Critical Theoretical Response to Nancy Fraser. Perspectiva Filosófica, v. 42, p. 24-42, 2015.

 

MELO, R. Vozes do Bolsa Família: Autonomia, dinheiro e cidadania, de Walquiria Leão Rego e Alessandro Pinzani. Cadernos de Filosofia Alemã, v. 19, p. 213-221, 2014.

 

MELO, R. Da teoria à práxis? Axel Honneth e as lutas por reconhecimento na teoria política contemporânea. Revista Brasileira de Ciência Política, v. 2, p. 17-36, 2014.

 

MELO, R. Crítica e justificação em Rainer Forst. Cadernos de Filosofia Alemã, v. 22, p. 11-30, 2013.

 

MELO, R. Emancipação hoje e os desafios da democracia. Cadernos de Ética e Filosofia Política (USP), v. 23, p. 05-18, 2013.

 

MELO, R. Habermas et la nécessaire révision de la gauche. Rue Descartes, v. 76, p. 42-55, 2012.

 

MELO, R. Teoria crítica e os sentidos da emancipação. Caderno CRH (UFBA), v. 24, p. 249-262, 2011.

 

MELO, R. Crítica e contradição: Qual herança marxista? Novos Estudos CEBRAP, v. 90, p. 35-47, 2011.

 

MELO, R. A teoria da emancipação de Karl Marx. Cadernos de Filosofia Alemã, v. XVIII, p. 3548, 2011.

 

MELO, R. Autonomia, justiça e democracia. Novos Estudos CEBRAP, p. 207-215, 2010.

 

MELO, R.; MACHADO, M. ; SILVA, F. The Public Sphere and the Antiracism Legal Protections In Brazil. Collection of Scientific Papers, 2009, v. 1, p. 302-311, 2010.

 

MELO, R. Autonomia, construtivismo e razão pública: Rawls leitor de Kant. Dois Pontos (UFPR), v. 7, p. 127-149, 2010.

 

MELO, R. Reificação e reconhecimento: Um estudo a partir da teoria crítica da sociedade de Axel Honneth. Ethic@ (UFSC), v. 9, p. 223-237, 2010.

 

MELO, R.; MACHADO, M. ; SILVA, F. A esfera pública e as proteções legais antirracismo no Brasil. Cadernos de Filosofia Alemã, v. XVI, p. 125-146, 2010.

 

MELO, R. A ampliação do conceito do político: Para uma outra recepção da teoria crítica de Marx. Cadernos de Filosofia Alemã, v. XIII, p. 59-82, 2009.

 

MELO, R. A esquerda difícil: Em torno do paradigma e do destino das revoluções no século XX e alguns outros temas, de Ruy Fausto. Cadernos de Filosofia Alemã, v. 11, p. 110-121, 2008.

 

MELO, R. O uso público da razão como procedimento: Um contraste entre Rawls e Habermas. Dois Pontos (UFPR), v. 5, p. 113-141, 2008.

 

MELO, R. O "Popular" em Egberto Gismonti. Novos Estudos CEBRAP, p. 191-200, 2007.

 

MELO, R. A crítica de Habermas ao paradigma "produtivista" como orientação emancipatória da esquerda. Cadernos de Filosofia Alemã, v. 10, p. 97-112, 2007.

 

MELO, R.; NOBRE, M. ; ZAN, J. R. ; BURNETT, H. Chega de saudade. Trópico, 2006.

 

MELO, R. Habermas e a estrutura "reflexiva" do direito. Revista Direito GV, São Paulo, v. 1, p. 67-78, 2005.

 

MELO, R.; BURNETT, H. ; ZAN, J. R. ; NOBRE, M. A morte e a morte da canção. Trópico, 2005.

 

MELO, R. Harmonia, de Arnold Schönberg. Cadernos de Filosofia Alemã, São Paulo, v. 8, p. 146-151, 2002.

 

MELO, R. O projeto do racionalismo integral. Cadernos Espinosanos (USP), São Paulo, v. IX, p. 171-197, 2002.

 

MELO, R. A dupla perspectiva instrumental-normativa do conceito do político de Jürgen Habermas. Primeiros Escritos, São Paulo, v. 5, p. 178-187, 2002.

 

 

Capítulos de livros publicados

 

MELO, R. Autoemancipação e capitalismo: Pressupostos da crítica imanente na teoria política de Karl Marx. In: Perissinotto, Renato Monseff; Biscaia de Lacerda, Gustavo; Szwako, José Leon. (Org.). Curso livre de teoria política: Normatividade e empiria. 1ed.Curitiba: Appris, 2016, p. 36-54.

 

MELO, R. Teoria crítica e os sentidos da emancipação. In: Javier Amadeo; Andréa Barbosa; Alessandra El Far. (Org.). Ciências sociais em diálogo: Pensamento político e social,

Estado e ação coletiva. 1ed.São Paulo: FAPUNIFESP, 2014, v. 3, p. 57-84.

 

MELO, R. Crítica da ideologia e emancipação: Marx, o direito e a democracia. In: Felipe Gonçalves Silva; José Rodrigo Rodriguez. (Org.). Manual de sociologia jurídica. 1ed.São Paulo: Saraiva, 2013, p. 16-33.

 

MELO, R. Práxis social, trabalho e reconhecimento: O problema da reconstrução antropológica na teoria crítica. In: Rurion Melo. (Org.). A teoria crítica de Axel Honneth: Reconhecimento, liberdade e justiça. 1ed.São Paulo: Saraiva, 2013, p. 182-207.

 

MELO, R.; WERLE, D. L. Um déficit político do liberalismo hegeliano? Autonomia e reconhecimento em Honneth. In: Rurion Melo. (Org.). A teoria crítica de Axel Honneth: Reconhecimento, liberdade e justiça. 1ed.São Paulo: Saraiva, 2013, p. 389-408.

 

MELO, R. Redistribuição, reconhecimento e a questão social. In: Anete B. L. Ivo. (Org.). Dicionário temático: Desenvolvimento e a questão social. 1ed.Campinas: Anna Blume, 2013, p. 412-417.

 

MELO, R.; REPA, L. ; SILVA, F. ; MACHADO, M. ; WERLE, D. L. ; LUSCI, E. ; COSTA, S. Para além da inefetividade da lei? Estado de direito, esfera pública e antiracismo. In: Adrián Lavalle. (Org.). O horizonte da política: Questões emergentes e agendas de pesquisa. 1ed.Sao Paulo: UNESP, 2012, p. 261-306.

 

MELO, R. Teorias contemporâneas da democracia: Entre realismo político e concepções normativas. In: Rúrion Melo; Yara Frateschi; Flamarion Calderia Ramos. (Org.). Manual de Filosofia Política. São Paulo: Saraiva, 2012.

 

MELO, R.; SILVA, F. Crítica e reconstrução em Direito e Democracia. In: NOBRE, M.; REPA, L. (Org.). Habermas e a reconstrução. Sobre a categoria central da teoria crítica

habermasiana. 1ed.Campinas: Papirus, 2012, p. 135-167.

 

MELO, R.. Crítica e contradição: Qual herança marxista? In: André Penteado; Vinicius de Figueiredo. (Org.). Estante. 1ed.Curitiba: Editora UFPR, 2012, p. 74-96.

 

MELO, R.; LUSCI, E. ; MACHADO, M. ; REPA, L. ; RODRIGUES, J. R. ; SILVA, F. ; WERLE, D. L. ; COSTA, S. Más allá de la Inefectividad de la Ley? Estado de Derecho, Esfera Publica y

Antirracismo. In: Adrian Lavalle. (Org.). El Horizonte de la política? Brasil y la agenda contemporánea de investigación en el debate internacional. México: CIESAS, 2011, p. 291-334.

 

MELO, R.; COSTA, S. ; SILVA, F. Sociedad Civil, Estado y Derecho en América Latina: Tres Modelos Interpretativos. In: Araujo, Kathya. (Org.). Se acata pero non se cumple? Santiago: LOM, 2009, p. 199-222.

 

HULSHOF, M. ; KEINERT, M. C. ; MELO, R. Diferenciação e complementaridade entre direito e moral. In: Marcos Nobre; Ricardo Ribeiro Terra. (Org.). Direito e democracia: Um guia de leitura de Habermas. São Paulo: Malheiros, 2008.

 

VITALE, D. ; MELO, R. Política deliberativa e o modelo procedimental de democracia. In: Marcos Nobre; Ricardo Ribeiro Terra. (Org.). Direito e democracia: Um guia de leitura de Habermas. São Paulo: Malheiros, 2008.

 

MELO, R.; WERLE, D. L. Reconhecimento e justiça na teoria crítica da sociedade em Axel Honneth. In: Marcos Nobre. (Org.). Curso Livre de Teoria Crítica. Campinas: Papirus, 2008, p. 183-198.

 

MELO, R. Lutas por reconhecimento no Estado democrático de direito: Habermas para além de liberais e comunitaristas. In: Daniel Tourinho Peres. (Org.). Justiça, virtude e democracia. Salvador: Quarteto, 2006, p. 291-301.

 

MELO, R. Uma breve nota sobre cultura popular e formação. In: Jorge Melo. (Org.). A medicina popular no cordel: Meizinhas, Doenças e Curas. 1ed. Rio de Janeiro: Kether, 2005, p. 11-16.

 

Traduções

 

HABERMAS, J. Para a reconstrução do Materialismo Histórico. Tradução de Rúrion Melo.  São Paulo: UNESP, 2016. (Livro).

 

VOIROL, O. Filosofia social e pesquisa social. O 'problema hegeliano' de Max Horkheimer e Axel Honneth. Tradução de Rúrion Melo e Patricia Fernandes. In: MELO, R. A teoria crítica de Axel Honneth: Reconhecimento, liberdade e justiça. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2013. (Artigo).

 

HABERMAS, J. Teoria e Práxis. Estudos de filosofia social. Tradução de Rúrion Melo. São Paulo: UNESP, 2013. (Livro).

 

NEUMANN, F. O Império do Direito: Teoria política e sistema jurídico na sociedade moderna. Tradução de Rúrion Melo. São Paulo: Quartier Latin, 2013. (Livro).

 

HABERMAS, J. Sobre a constituição da Europa. Um ensaio. Tradução de Rúrion Melo, Luiz Repa e Denílson Werle. São Paulo: Unesp, 2012. (Livro).

 

HONNETH, A. A teoria crítica da Escola de Frankfurt e a teoria do reconhecimento (Entrevista de Axel Honneth com Olivier Voirol). Tradução de Rúrion Melo. Cadernos de Filosofia Alemã 18, 2011. (Artigo).

 

FISCHER-LESCANO, A. A Teoria Crítica dos sistemas da Escola de Frankfurt. Tradução de Rúrion Melo. Revista Novos Estudos CEBRAP, n. 86, 2010. (Artigo).

 

HONNETH, A. A dimensão Moral. (Entrevista de Axel Honneth com Marcos Nobre e Rúrion Melo). Tradução de Rúrion Melo. Folha de São Paulo. 27/09/2009. (Entrevista).

 

VOIROL, O. A esfera pública e as lutas por reconhecimento: De Habermas a Honneth. Tradução de Rúrion Melo. São Paulo: Cadernos de Filosofia Alemã 11, 2008. (Artigo).

 

WERLE, D. L.; MELO, R. (org.) Democracia Deliberativa. Tradução de Rúrion Melo e Denílson Werle. São Paulo: Esfera Pública, 2007. (Livro).

 

HONNETH, A. Sofrimento de indeterminação: Uma reatualização da Filosofia do Direito de Hegel. Tradução de Rúrion Melo. São Paulo: Esfera Pública, 2007. (Livro).

 

HABERMAS, J. O filósofo como verdadeiro professor de direito. Tradução de Rúrion Melo. Revista Direito GV, v.1 n.2, 2005. (Artigo).

 

 

  ENTREVISTAS E PODCASTS

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Cotas Raciais na Universidade

 A dimensão moral (Entrevista de Axel Honneth com Marcos Nobre e Rúrion Melo)

A vaga conservadora e seus críticos

O cidadão tem o direito de ajudar a fazer as leis que obedece

  NÚCLEO / GRUPO DE PESQUISA

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Projeto Temático FAPESP/CEBRAP: "Esfera Pública e Reconstrução: Sobre a Constituição de um Paradigma Reconstrutivo no Campo da Teoria Crítica"

 

Descrição: O presente projeto pretende investigar a constituição ampla do que se entende por paradigma crítico reconstrutivo. Tal paradigma será avaliado aqui tendo em vista suas formulações nos debates pós-habermasianos, isto é, partindo do fato de que Habermas inaugura um paradigma que passou a ser disputado pelos novos modelos de Teoria Crítica, os quais lançam mão, de forma mais ou menos explícita, de recursos reconstrutivos com o intuito de dar continuidade e superar o deslocamento iniciado por ele em termos tanto teóricos quanto práticos. O primeiro dos dois subprojetos que compõem este Projeto Temático é dedicado tanto às origens desse paradigma da Fenomenologia do espírito de Hegel à própria obra de Habermas quanto à plausibilidade mesma de um paradigma reconstrutivo, ou seja, procura compreender autores e obras mais significativos que poderiam ser classificados nesse paradigma, ressaltando um certo retorno da psicanálise como modelo reconstrutivo. Procuramos no segundo subprojeto também examinar suas características prático-políticas mais importantes tendo em vista compreender qual é o papel que a esfera pública desempenha em um tal paradigma. Trata-se de conceber com o conceito de esfera pública uma composição equilibrada entre categorias teóricas e diagnóstico de tempo, uma preocupação com o caráter reconstrutivo dos referenciais crítico-normativos e os contextos sociais e políticos em disputa.

 

Grupo de Estudos de Política e Teoria Crítica – Local: Universidade de São Paulo

 

Descrição: Grupo dedicado ao estudo da história de tradição de pensamento conhecido como "Teoria Crítica". Procura-se investigar seus principais autores (de sua herança teórica ligada a Marx até os novos modelos de teoria crítica da atualidade) bem como compreender os diferentes diagnósticos políticos em disputa, abrangendo a teoria das classes e as orientações revolucionárias, as condições políticas próprias ao capitalismo monopolista, ao Estado social e à democracia de massas, e também os diagnósticos atuais acerca dos novos sentidos da emancipação (radicalização da democracia e novos movimentos sociais.